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Como reduzir as comissões das OTAs

Alavancas práticas e comprovadas que hoteleiros independentes podem acionar para reduzir os custos com OTAs sem perder volume — a começar este trimestre.

Directel

Por que as comissões das OTAs corroem silenciosamente a sua margem

Booking.com e Expedia são canais de aquisição indispensáveis para a maioria dos hotéis independentes — mas a comissão de 15–25% que paga em cada reserva é um imposto permanente sobre o seu melhor ativo: a relação com o hóspede. Reduzir esse imposto não significa entrar em guerra com as OTAs. Significa mudar a mistura.

Cinco alavancas que realmente funcionam

  1. Um motor de reservas que converte. Se o seu funil direto perde hóspedes na etapa do calendário ou pagamento, nenhuma quantidade de marketing ajudará. Audite o fluxo primeiro no telemóvel.
  2. Uma garantia de melhor tarifa, tornada óbvia. Os hóspedes não assumem que o seu website é mais barato. Diga-lhes, em cada página, em linguagem clara.
  3. Paridade no Metasearch. Google Hotel Ads, Trivago e Kayak comparam a sua tarifa direta lado a lado com as OTAs. Se não estiver lá, estará invisível no momento da decisão.
  4. Um benefício de fidelidade que não lhe custa nada. Check-in antecipado, uma bebida de boas-vindas, um upgrade de quarto quando disponível. Benefícios enquadrados como "apenas para membros" convertem.
  5. Reengajamento pós-estadia. O hóspede que reservou via OTA pela primeira vez pode reservar diretamente na segunda vez — se realmente o pedir.

O que medir

Monitorize a quota de receita direta e o custo de aquisição por canal, não apenas o total de reservas. Uma mudança de 5 pontos na quota direta num hotel com 2 milhões de euros de receita vale 25.000–45.000 euros por ano em margem retida.

As reservas diretas não são um projeto de marketing. São uma decisão de P&L.

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